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MOTORES DE VEÍCULOS VÃO MUDAR 0

14 de Abril, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

A AEA - Associação Brasileira de Engenharia Automotiva realizou na última quarta-feira o V Simpósio Internacional de Combustíveis - Matriz Energética Automotiva/Desafios até 2020, no Milenium Centro de Convenções, em São Paulo (SP), com a participação de 182 executivos e profissionais da cadeia automotiva, frotistas, produtores de aditivos, distribuidoras de combustíveis, além de representantes de órgãos governamentais e estudantes de engenharia.
 
Em sua 5ª edição, o simpósio abordou os desafios de abastecimento de combustíveis e biocombustíveis na matriz energética automotiva até 2020, bem como a experiência acumulada com a introdução do Diesel de baixo teor de enxofre e a introdução de injeção direta no ciclo Otto.
 
A programação do evento foi dividida em três painéis: Painel "Capacidade de oferta de combustíveis até 2020"; Painel "Técnico" e Painel "Ciclo Otto". O vice-presidente da AEA, Sidney Oliveira, em sua palestra de abertura, ressaltou a importância do tema para o futuro da indústria automobilística.
 
O superintendente adjunto de Abastecimento da ANP - Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis -, Rubens Freitas, realizou a palestra com o tema "Desafios no abastecimento de combustíveis" e como agência reguladora encara o desafio da regulação do etanol, além de garantir o fornecimento e a qualidade e expandir os combustíveis renováveis.
 
"Um dos desafios é que a oferta do etanol chegue ao nível de que o País necessita. A pesquisa de etanol de segunda geração está avançada. A experiência de 30 anos em biocombustível foi um ingrediente importante para introduzir o biodiesel na matriz energética", complementa Freitas.
 
Atualmente há mais de três mil postos em todo o território brasileiro que fornecem o Diesel S50. O problema é a falta de caminhões rodando com o motor Euro 5, ideal para o S50, e custar R$ 0,15 mais caro que o comum e se torna a segunda opção dos motoristas.
 
Demanda por combustíveis está em alta no Brasil
 
Ao dar início ao Painel "Capacidade de oferta de combustíveis até 2020", com a palestra "Panorama da Oferta de Combustíveis no Brasil", da Petrobrás, Arlindo Moreira Filho, ressaltou que, mesmo com as expectativas de crescimento do mercado de etanol no Brasil, a demanda por derivados de petróleo tem sido incrementada devido a fatores como mudanças de condição climática, queda na produção de cana-de-açúcar e outros que diminuem a produção do etanol e elevam seu preço. O aumento dos carros em circulação no País, o crescimento do mercado aéreo e o aquecimento da indústria agrícola implicam na necessidade de importação de gasolina e Diesel, o que demonstra que o mercado brasileiro está em franca expansão.
 
"A Petrobras continua com fortes investimentos para aumentar a produção de combustíveis com baixo teor de enxofre. Teremos a entrada do Diesel S10 a partir de janeiro 2013 em substituição ao S50, a substituição do Diesel S1800 pelo S500 como Diesel rodoviário em todo o território nacional e, em 2014, a gasolina de 50 ppm de enxofre que irá substituir a atual de Max 800 ppm. Para isto foram e estão sendo realizados altíssimos investimentos em plantas de hidrotratamento e projetos e construção de novas refinarias no país para que possamos diminuir nossa dependência atual por combustíveis importados", disse Moreira Filho.
 
Na sequência, em "Perspectivas para o Etanol e outros biocombustíveis derivados de cana-de-açúcar", o palestrante Alfred Szwarc, assessor da Presidência da Unica (União da Indústria da Cana de Açúcar), falou sobre as perspectivas para o mercado de biocombustíveis.
 
"O consumo global de biocombustível aumentará em 10 vezes, de 2.5 EJ hoje, para 27 EJ em 2050. Os biocombustíveis irão prover 27% do combustível até 2050 e serão particularmente importantes para diminuir a emissão de carbono dos modais de transporte pesados, como caminhões, navios cargueiros e aviões", enfatiza Szwarc.
 
Alfred também ressaltou que o cenário dos biocombustíveis é ainda muito volátil, diante dos desafios de suprimento da demanda por biocombustíveis de alta qualidade, eficiência energética, eficiência produtiva e preço competitivo. "Os planos para os biocombustíveis serão revisados de tempo em tempo para incluir novos desenvolvimentos tecnológicos", conclui.
 
O presidente da APROBIO "Associação dos Produtores de Biodiesel no Brasil, Erasmo Battistella, em sua palestra "Biodiesel", ressaltou a necessidade de uma política de médio e longo prazo para garantir segurança e investimentos na cadeia produtiva de biocombustíveis a fim de atender tanto ao mercado interno como ao externo. "O Brasil precisa aproveitar a oportunidade da Copa 2014 e Olimpíadas com inclusão do biodiesel em usos específicos", complementa.
 
Emissões de CO2 e Equivalência Energética
 
"Emissões de CO2 e Equivalência Energética", por Márcio de Almeida D'Agosto, do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós Graduação e Pesquisa de Engenharia, apontou que o Brasil é líder mundial no uso de biocombustíveis para transporte e tem feito disso um exemplo para o mundo.
 
"Ainda temos um conjunto amplo de oportunidades para desenvolver e aplicar tecnologias e combustíveis mais limpos. Em um futuro próximo, teremos um conjunto ainda maior de tecnologias e combustíveis mais limpos no mercado brasileiro", afirma D'Agosto.
O palestrante Vitor Klizas, da IHS Automotive, por sua vez, em sua apresentação "Desafios decorrentes da implantação do Novo Regime Automotivo", mostrou a importância de uma nova legislação de emissões de CO2 e eficiência energética é o único caminho para o aumento do conteúdo tecnológico de alto valor agregado, de modo a não perder o nível de competitividade do Brasil em 3 anos.
 
"Pressões crescentes para o aumento da eficiência energética, com a diminuição do CO2 e menos investimento, aumentam a percepção do mundo sobre as possibilidades de a eletromobilidade solucionar os problemas relacionados ao meio ambiente, sendo, no entanto, que a eletrificação de componentes deve, ao contrário da eletrificação dos sistemas de propulsão, acontecer no curto prazo. Prevemos menos de 7% de veículos elétricos em 2023", prevê Klizas.
 
Para finalizar o Painel "Capacidade de oferta de combustíveis até 2020", a AEA promoveu um debate entre o público presente e os palestrantes, moderado também por Klizas. O destaque foi à situação do CO2 na cadeia de produção do etanol e do Diesel.
Ao dar início ao Painel "Técnico", a superintendente Adjunta de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos da ANP, Cristiane Andrade, palestrou sobre "A Nova Regulamentação para o Setor de Combustíveis". Mostrou como a associação tem contribuído para a garantia da qualidade dos derivados de petróleo, do gás natural e dos biocombustíveis, por meio de regulação, estudos e pesquisas, em benefício da ANP, da sociedade e do meio ambiente "item de maior relevância".
 
Distribuição de diesel S50 é problema
 
No que se refere ao Diesel, a ANP estabelece metas de melhoria da qualidade do ar, negociadas entre governo, produtores de combustíveis e da indústria automobilística e de equipamentos, com objetivo de chegar entre 10 e 500 ppm para 2014.
Em "Status de Distribuição do Diesel S50", Alisio Jacques Mendes Vaz, presidente executivo do Sindicom, fez uma analogia da introdução do álcool nas décadas de 70 e 80, quando aquele biocombustível era uma opção ao consumidor, com o Diesel S50 e S10, agora uma obrigatoriedade.
 
"As dificuldades já eram esperadas, a introdução do S50 deverá ser gradual. O crescimento lento da demanda acarreta custos elevados com preço final até 10% acima. O desafio está na logística de estocagem e movimentação do Diesel de baixo teor de enxofre ao longo da cadeia", assinala Alisio.
 
A "Qualidade do Combustível Diesel na Argentina" foi o tema apresentado por Maria Elena Rodriguez, chefe de Desenvolvimento de Combustíveis da YPF. Foram destacadas as mudanças que vêm ocorrendo nas regulamentações dos combustíveis na Argentina desde 2006, com a adição de biocombustível ao combustível comum.
 
"Em janeiro de 2010 foi introduzida no mercado argentino a mistura do biodiesel ao Diesel comum, na proporção mínima de 5% do volume. Com os bons resultados obtidos em avaliações de laboratório, de 2006 até agora, o governo ditou alguns aumentos do volume de biodiesel na mistura e, até outubro de 2012, o Diesel vendido no mercado argentino deverá ter uma concentração de 10% de biodiesel", ressaltou Maria Elena.
 
Rodriguez citou a importância na harmonia entre o governo e as empresas produtoras. "A evolução na qualidade do Diesel, alinhada aos cuidados com o meio ambiente, é resultado de especificações bem definidas e harmonização entre os grupos de interesse, tendo o Estado um importante papel nestas definições e no cumprimento das normas de qualidade do Diesel e do biodiesel em uso na Argentina. O monitoramento da qualidade do combustível em todas as etapas de distribuição garantirá a manutenção da qualidade", finalizou.
 
O Painel "Técnico" foi finalizado com uma sessão de perguntas e respostas, mediada por Ricardo França, da Ipiranga, tendo como principal destaque as dificuldades quanto às restrições técnicas na introdução do S10 no Brasil, com enfoque no acréscimo do teor de enxofre ao longo da cadeia de distribuição.
 
O Painel "Ciclo Otto" contou com duas palestras bastante oportunas para a atualidade. Na apresentação "Motores de injeção direta de combustíveis em associação com o etanol", Marcelo Brandão, gerente de Desenvolvimento de Projeto da Bosch, destacou o consumo de combustível e a emissão de CO2, a legislação no exterior sobre emissão de CO2 e consumo de combustível e finalmente, as tecnologias aos motores ciclo Otto para redução da emissão de CO2.
 
O gerente regional de Negócios da Lubrizol paraAmérica Latina, Airton Flores de Souza Britto, palestrou sobre o tema "Aditivação Total da Gasolina: Experiência Americana". Ao relatar a experiência dos EUA no programa criado há mais de 18 anos, colocou os pontos positivos do case no Brasil, onde a gasolina S50 deverá estar nos postos de abastecimentos, a partir de 1º de janeiro de 2014.
 
"O programa pode e deve ser iniciado na data estabelecida (2014) e deverá sofrer ajustes durante o período de adaptação, que é considerado normal. Um combustível de referência deve representar o mercado brasileiro.", complementa Britto.
O encerramento do V Simpósio Internacional de Combustíveis foi feito por Sergio Viscardi, diretor executivo da AEA e gerente técnico de Combustíveis e Lubrificantes da Ipiranga, um dos coordenadores do evento e membro da Comissão Técnica da AEA.
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Nova lei vai acelerar o rastreamento de veículos 0

10 de Abril, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

Quando entrar em vigor, a nova norma que determina às montadoras que carros, caminhões e motos saiam de fábrica já com rastreadores, o setor de monitoramento de veículos no Brasil deverá ser aquecido. O mercado, onde a MobiView atua com excelência, pode apresentar crescimento de mais de um dígito no Brasil nos próximos dois ou três anos, quando começarem a ser sentidos os efeitos da Resolução 245 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). 

Há hoje cerca de 1,5 milhão de carros de passeio e 500.000 caminhões monitorados no País. Ainda assim, o roubo anual de automóveis por aqui corresponde à produção de um ano de uma montadora: 400.000 unidades. 

"A vigência da Resolução já foi adiada cinco vezes, mas agora tenho a impressão de que os prazos serão mantidos, finalmente", conta Cyro Buonavoglia, presidente da Associação de Empresas deGerenciamento de Riscos e de Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento, a Gristec. 

Estes prazos são os seguintes: a partir de janeiro de 2013, 20% de todos os automóveis e caminhões precisarão sair da fábrica com sistemas de bloqueio e rastreamento; em agosto, 100% destes veículos precisarão contar com os mesmos. 

Fonte: dci.com.br

 
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Entenda como funciona um sistema de rastreamento de veículos 0

02 de Abril, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

A preocupação com a segurança de bens vem crescendo muito em todo o mundo, e, obviamente que no Brasil, onde a legislação é bastante omissa, não poderia ser diferente.

Por aqui o mercado está bastante aquecido em virtude da grande demanda da população e da grande oferta de sistemas de segurança realmente modernos e eficientes presentes no país.

Assim, para a segurança de veículos, por exemplo,o sistema de monitoramento e rastreamento é um grande aliado para que nos sintamos mais seguros aonde quer que estivermos.

Funcionamento de um sistema de rastreamento de veículos:

Os sistemas de monitoramento e rastreamento de veículos funcionam por meio de um equipamento que consegue localizar o veículo em tempo real onde quer que ele esteja.

Para isso, esses sistemas se valem de algumas tecnologias bastante versáteis e modernas, tais como GPS e GPRS.

Um rastreador de veículos tem em seu funcionamento dois circuitos que realizam simultaneamente três funções:

-Funcionam como GPS, sabendo com precisão a localização do veículo;

- Por meio da internet, transmitem as informações captadas pelo GPS para a base de dados;

- Tem capacidade para realizar o bloqueio do veículo em caso de furto ou de roubo.

Algumas versões dos sistemas de rastreamento possuem ainda a função “pânico”, que pode ser acionada pelo usuário quando esse estiver em uma situação de perigo eminente.

Essa função é muito eficiente, uma vez que, no caso de sequestros, por exemplo, quando o botão é acionado o veículo é rastreado e localizado em um tempo recorde: em menos de um minuto.

Vale ressaltar que, embora os sistemas e as tecnologias de rastreamento e monitoramento de veículos sejam realmente eficientes, cabe ao consumidor optar por empresas de credibilidade e experiência no mercado na hora de contratar o sistema.

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Lei Seca no Brasil: Um guia sem mistérios 0

07 de Março, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

Em 19 de junho de 2008, foi aprovada uma lei que modificou o Código de Trânsito Brasileiro e proibiu o consumo de álcool por condutores de veículos. Mas, você sabe como ela funciona ou que consequências traz para o infratores? o iCarros preparou um guia sem mistérios sobre a Lei Seca. Confira!
 
O que está na lei:
 
O motorista que é pego na Lei Seca fica sujeito a multa, suspensão da habilitação e, em casos mais graves, até mesmo detenção. Na sua primeira versão, havia uma tolerância de até 0,1 mg  de álcool no bafômetro, ou 0,2 d de álcool por litro de sangue. Já em 2011 foi aprovada uma resolução que endureceu a legislação. Desde então passa a ser crime dirigir sobre o efeito de álcool em qualquer quantidade.
 
Em 20 de dezembro de 2012, a presidente Dilma Rousseff sancionou, sem vetos, a lei que tornou mais rígidas as punições para motoristas flagrados dirigindo alcoolizados. A nova Lei Seca determina que outros meios, além do bafômetro, podem ser utilizados para provar a embriaguez do motorista, pois, no início, muitos se recusavam a fazer o teste de alcoolemia alegando que não eram obrigados a gerar provas contra si mesmo, argumento baseado na Constituição Federal.
 
O advogado Henrique Pereira confirma, “Se o condutor se negar a fazer o teste do bafômetro, poderá ser realizado outro meio de prova, como obtenção de vídeo, imagens ou qualquer outro meio de prova que constate o estado de embriaguez do mesmo, sem que este autorize tal realização, uma vez que se trata de meio de obtenção de prova disciplinado na legislação”.
 
Em relação ao veículo do condutor, Pereira explica, "Se o motorista se negar a fazer o bafômetro, o carro será retido, porém reter não quer dizer apreensão. Ele simplesmente retém seu automóvel e o conduz até a delegacia, quando o usuário apresentar alguém habilitado e em condições de dirigir, poderá retirar o veículo".
 
O texto também previu o aumento da multa de R$ 957,65 para R$ 1.915,30 para motorista flagrado sob efeito de álcool e de outras drogas. Caso o motorista reincida na infração dentro do prazo de um ano, a proposta é duplicar o valor, chegando a R$ 3.830,60, além de determinar a suspensão do direito de dirigir por 12 meses. A cidade do Rio de Janeiro (RJ) é referência em se tratando de Lei Seca. Por lá, se vão cinco anos de Operação Lei Seca, com mais de um milhão de veículos fiscalizados e 90 mil habilitações suspensas.
 
A estatística:
 
O Ministério da Saúde (MS) divulgou, em 2013, um levantamento que aponta que uma em cada cinco vítimas de trânsito atendidas nos prontos-socorros de hospitais públicos brasileiros ingeriram bebida alcoólica. O estudo também mostra que 49% das pessoas que sofreram algum tipo de agressão consumiram bebida alcoólica. De acordo com o levantamento, as principais vítimas são homens com idade entre 20 e 39 anos.
 
O estudo faz parte da pesquisa "Vigilância de Violências e Acidentes" (Viva)  e revela que entre as pessoas envolvidas em acidentes de trânsito, 22,3% dos condutores, 21,4% dos pedestres e 17,7% dos passageiros apresentavam sinais de embriaguez ou confirmaram consumo de álcool. Entre os atendimentos por acidentes, a faixa etária mais comum também foi a de 20 a 39 anos (39,3%).
 
O Ministério da Saúde ainda revela que a proporção do consumo de bebida alcoólica entre os pacientes homens foi bem superior ao das mulheres, com 54,3% dos homens que sofreram violência e 24,9% dos que sofreram acidente de trânsito tendo ingerido álcool, enquanto os índices entre as pessoas do sexo feminino foram de 31,5% e 10,2%, respectivamente.
 
 
Remédios para cirrose não eliminam efeitos do álcool:
 
Com a Lei Seca mais rigorosa desde o início de 2013, circulam na internet informações de que é possível burlar a fiscalização. No mundo virtual, diz-se que é de que é possível driblar o bafômetro ao tomar alguns comprimidos do princípio ativo pidolato de piridoxina, derivado da vitamina B6. Indicado para tratamento de pessoas com problemas hepáticos, como cirrose, o remédio age na remoção do álcool dos tecidos e do sangue, conforme a bula. Com tarja vermelha, deve ser vendido com receita médica. Porém, essa informação não procede. A Dra. Vera Lúcia Santos, clínica geral da Casa de Saúde de Santos (SP) garante que, "apesar de o medicamento acelerar o metabolismo do álcool no organismo, a coordenação motora e os reflexos do condutor permanecem comprometidos, impossibilitando-o de dirigir em segurança".
 
A doutora frisa que o medicamento é indicado única e exclusivamente para pessoas portadoras de patologias específicas, como hepatite alcoólica, alcoolismo crônico, intoxicação alcoólica e fígado gorduroso, problemas que devem ser diagnosticados e acompanhados por médicos.


Fonte: iCarros.com.br
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28 de Fevereiro, 2014  | NOVIDADES | 0 COMENTÁRIO(S)

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